Blog da Naty Cotoca
22/03/2008
Eu e Tcheco



Eu e Roger





Tcheco e Roger: ídolos da torcida tricolor...e meus também

Em 2006 quando o Tcheco chegou no Grêmio, eu nem sabia quem era ele, não sabia nem a cara dele, só sabia que o Grêmio tinha um jogador chamado Tcheco talvez pelo fato do nome ser diferente. Naquele ano eu estava mais concentrada em "outros campos".
Aí, ano passado comecei a reparar no Tcheco e virei fã dele, ia nos treinos direto, e agora tinha um motivo a mais para ir torcer nos jogos.

Dia 16 de junho, finalmente lembrei, foi o dia que eu o conheci pessoalmente, digo conhecer de trocar algumas palavras, poucas, obviamente. Meu ano de 2007 se resume mais ou menos assim...faculdade, casa, Grêmio e...Tcheco, eu ia quase diariamente aos treinos para ve-lo. Ele me conquistou não só como jogador, mas como a pessoa simpática, gentil e humilde com todos a sua volta.

O ano passou e o contrato do Tcheco com o time chegou ao fim, e no dia 2 de dezembro ele fez sua última atuação com a camisa d Grêmio. Nunca vou esquecer esse dia, eu estava muito feliz pelo rebaixamento do Corinthians, mas muito trsite pela despedida do Tcheco, que estava indo jogar no Al-Ittihad da Arábia, onde se encontra atualmente. Me despedi dele e deixei bem claro que sempre continuaria torcendo por ele, afinal, eu nunca havia tido uma proximidade tão grande com nenhum jogador de futebol do meu time.

Terminada a temporada de 2007 e começando a de 2008, o Grêmio fez várias contratações, e com certeza, a mais importanto foi a contratação do jogador Roger, que já era muito conhecido nacionalmente, sendo jogando em grandes times do eixo Rio-São Paulo, seja sendo o tremendo jogador que é ou seja namorando estrelas. Fato é que Roger chegou ao Grêmio com muitas promessas de grande futebol, e apesar de não ter ido muito bem nas primeiras partidas, todos temos que concordar que ele hoje é o eixo do time, ele traz muita confinça ao time, e por isso e sendo nosso craque, ele é o camisa 10, camisa que era do Tcheco até o fim do ano passado.

Eu fiquei muito feliz pela contratação de Roger, pois sempre o achei um ótimo jogador, daqueles poucos no futebol que sabe fazer a diferença num time. Ontem conheci o Roger, tiramos foto e falei a ele na maior sinceridade, da alegria que é te-lo no time e principalmente como nosso camisa 10, porque não é qualquer um que pode ser considerado apto para ser camisa 10.

Eu sempre defendi o Tcheco, seja ele jogando bem, mau, sendo decisivo na partida para a vitória ou para a derrota. Acho o Tcheco um líder nato para qualquer time, e um ótimo jogador, nunca vou deixar de achar isso sobre ele. Mas mesmo sendo acho que a fã número 1 dele, eu tenho que admitir, que o Roger me traz mais segurança como camisa 10. Tudo que mais quero, é que Tcheco volte para o Grêmio, porque um precisa do outro, Tcheco era feliz aqui e sente falta do time, e acredito que ele volte, imagina, a dupla Roger e Tcheco. Mas aí tem a dúvida, quem seria o camisa 10? bom, aí tenho que deixar minha passionalidade e carinho pelo Tcheco, de lado e concordar que para camisa 10 Roger se destaca bem mais, mas para Capitão do time, ainda aposto no Tcheco, pela sua capacidade de liderança e carisma para com os outros jogadores e principalmente a torcida. Tcheco ocupou um lugar especial no coração da torcida que Roger está conseguindo a cada dia que passa, e merecidamente.

Por isso, resolvi deixar aqui, minha homenagem a esses dois ídolos, meus, e da torcida. Tcheco sabe muito bem de todo carinho que tenho pela pessoa dele, mas mil perdões Tcheco, mas...Roger tem algo a mais. E mesmo que Tcheco seja e sempre será meu ÍDOLO do Grêmio, temos que concordar que ele de longe , não é o maior craque que já passou pelo Grêmio, antes temos Renato, Jardel, Carlos Miguel, De Leon, ufa..e por aí vai...Roger tem todas as chances de estar nessa lista, tudo depende dele, pois ele nasceu com esse Q a mais, que a maioria dos outros jogadores não tem. Por outro lado, são poucos os jogadores que que ganham o coração da torcida de tal forma, como Tcheco conseguiu, e isso com certeza não tem preço, a ponto de crianças de 4 anos irem ao Olímpico e só quererem saber do Tcheco. Isso não se paga e nem se aprende, as pessoas nascem com isso, e não é pra qualquer um, acho que por isso que o admiro tanto.

Sei que algumas pessoas vão me esculachar e outras vão dizer VIU? EU DISSE QUE O TCHECO NÃO É TUDO ISSO...bom eu não disse isso, muito pelo contrário, nunca vou inferiorizar o futebol do Tcheco, pois isso seria um aburdo e injusto...maaas, em termos de GENIALIDADE FUTEBOLÍSTICA...mas sem querer chamar ninguém de gênio...me perdoe Tcheco, mas fico com Roger.

Mas a esperança é a última que morre, e se Tcheco voltar mesmo para o Grêmio no meio desse ano...se me perguntarem se prefiro Tcheco ou Riger...eu vou responder...PRREFIRO OS DOIS.

Beijos

Naty
Escrito por JANETE AYRES em 22/03/2008
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21/03/2008
GERAL DO GRÊMIO





O GRÊMIO É DA TORCIDA, NÃO É DA IMPRENSA, NÃO É DOS DIRIGENTES... E MUITO MENOS DA UNIMED!!!

O jogo de hoje, entre Grêmio e Sapucaiense pela 13° rodada do Gauchão, tinha tudo para ser uma enorme festa entre torcida e time, mas infelizmente não foi isso que aconteceu.
A entrada do jogo era gratuita para mulheres, idosos e crianças, ou seja, tinha tudo para ser uma festa linda. E não deixou de ser uma festa, a torcida compareceu em peso, empurrou o time durante boa parte do jogo e o time jogou bem e garantiu mais uma vitória. Mas algo não estava certo, havia algo diferente.

Hoje assisti ao jogo nas cadeiras laterais, em cima da Geral, o que é raro, porque normalmente fico na Geral ou arquibancadas. Quando o time entrou em campo logo notei que algo estava errado, a famosa banda da Geral não parecia ter entrado no estádio, porque quando isso acontece, todos notam, afinal, é uma festa linda, a Geral entra, a banda tocando e as bandeiras tremulando. Hoje notei de cara que nem os trapos da Geral estavam no estádio, como sempre acontece, alguma coisa não estava certa. De repente escutamos os bumbos da banda tricolor, mas era uma música diferente, que eu pelo menos não conhecia, mas na hora que escutei a música notei que era para dar uma lição em algúem. Depois de um tempo a banda parou de tocar, foi aí que um rapaz foi ver a torcida lá embaixo e me disse que os instrumentos estavam no chão, achei estranho e fui ver com meus próprios olhos. Aquilo que eu vi não era a Geral do Grêmio, pois não tinha as bandeiras tremulando, não tinha os sinalizadores, não tinha os trapos e não tinha o principal, a banda. Sempre falei que é a banda que dá o tom à torcida, dá o compasso, de certo modo, até une a torcida. Logo percebi que era uma forma de protesto e achei que fosse pelo fato de os guarda-chuvas da Geral terem sido proibidos de entrar no estádio.

Bom, não preciso dizer o quanto assistir ao jogo foi extremamente chato, monótono e frio. Porque a torcida fazendo sua festa é uma coisa calorosa que só quem está no estádio pode sentir, mas hoje não senti isso no 1° tempo. Comentei com uma amiga que parecia que eu estava assistindo ao jogo pela tv, estava a mesma monotonia que sinto vendo os jogos pela tv. Tava um pé no saco assistir ao jogo sem os cantos da Geral. Foi realmente muito estranho.

Aí terminado o 1° tempo, e com o fim do intervalo, no começo do 2° tempo a banda voltou a tocar, na hora notou-se a mudança nas coisas, a torcida acordou, começou a cantar, bater palmas e torcer com mais afinco. A música era a mesma música de protesto tocada no 1° tempo, aí eu e minha amiga conseguimos entender a letra da música e cantamos junto com a torcida. A partir daí a banda não parou mais de tocar, tocou várias músicas durante todo o 2° tempo, o que fez o jogo ficar muito melhor, parecia até que o time de um "up". A música "Pingos de Amor" nem preciso dizer, foi lindo como sempre o espetáculo da torcida, coisa que não teria acontecido sem a banda.

Jogo encerrado, depois de falar com Roger, eu voltei pra casa, e aí quando entrei na comunidade do Grêmio no orkut foi que eu descobri o real motivo do protesto. A Unimed, que patrocina o Grêmio, pelo que entendi, pediu a direção que não deixasse a Geral colocar os trapos que cobrem as placas de propaganda do patrocinador no estádio. A direção, como um perfeito cachorrinho, que recebe ordens e acata, obedeceu, e não deixou colocarem os trapos. Foi isso que eu entendi pelo menos.

Agora eu pergunto, quem esteve em todos os jogos, empurrando o time, dando força, quando ninguém acreditava...foi a Unimed? quem foi o verdadeiro responsável pelo Grêmio ter feito a maravilhosa campanha em casa que fez na Libertadores de 2007...foi a Unimed? quem é que faz os jogadores se apaixonarem pelo time, e se emocionarem nos jogos...é a Unimed? a resposta de todas essas perguntas tem uma palavra...TORCIDA. A torcida apoia o time incondicionalmente, seja na série B ou como finalista da Libertadores. Se não fosse a maravilhosa torcida do Grêmio, o time nunca teria feito a maravilhosa campanha que fez nos jogos no Olímpico na Libertadores em 2007. O patrocinador, claro, é aquele que dá dinheiro para o time conseguir realizar muitas coisas, mas se o problema são os trapos, porque não reclamaram já em 2005? eu sou a única que acha que tem algo mais aí? se o problema são os trapos, bom, isso resolvesse, é só colocar as placas da Unimed perto da social, ode não tem trapo e a torcida não quer nem saber de cantar para empurrar o time, e só gaba-se de ter dado dinheiro pro Grêmio há anos. Oras, a torcida mesmo não sendo da social, também paga ingresso pelos jogos, ingressos que nem sempre são baratos, e o time ganha um bom dinheiro com a venda de ingressos.

Bom, o que eu quero dizer mesmo, é que, o Grêmio tem outros patrocinadores que nunca reclamaram dos trapos da torcida e, eu espero, que nem sejam loucos de reclamar. Pois o Grêmio deve muito mais à sua torcida do que a qualquer patrocinador.E outra coisa mais importante, o pior, não foi a Unimed ter censurado os trapos, o pior de tudo, foi a merda da nossa diretoria, ter acatado essa decisão, ou seja, como o nosso "querido" Pelaipe já nos mostrou, torcedor não tem importância alguma para o time, pelo jeito a diretoria deve achar que também somos meros funcionários do Grêmio. O pior, é que, como foi com o Grêmio que isso aconteceu, a imprensa não se dará ao trabalho de noticiar, por isso seria bom que acontecesse o mesmo com a torcida do Flamengo, tenho certeza, que se acontecesse algo parecido, Galvão Bueno e cia iriam dar o máximo destaque à falta de respeito que existe com as torcidas, que infelizmente, não é só com a do Grêmio, mas é que dessa vez, ficou escancarado.

Espero que isso não volte a acontecer, pois se acontecer, quem estará perdendo com isso é o Grêmio, infelizmente. Deixo aqui meu total apoio à Geral, que é o termômetro do Monumental. E por favor , diretoria... MAIS RESPEITO COM O TORCEDOR!!!

O GRÊMIO É DA SUA TORCIDA, NÃO É DA IMPRENSA, NÃO É DOS DIRIGENTES!!!

Beijos

Natasha
Escrito por JANETE AYRES em 21/03/2008
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20/03/2008
O Presidente Getúlio Vargas



O Presidente Lula





Lula: populista ou popular?

Hoje na faculdade, na cadeira de Governos Militares e Comunicação, estávamos debatendo sobre o governo Vargas e o Populismo. Não é segredo para ninguém que Vargas era um presidente populista. Então classificamos quais os presidentes da história do Brasil podem ser chamados de populistas, foi aí que surgiu o grande debate. Uma colega classificou o Presidente Lula como populista, imediatamente inúmeros colegas não concordaram com isso e o classificaram como carismático e popular, mas não populista. Estava formado o debate, mas posso dizer que 80% da turma não concordava em dizer que Lula pode ser chamado de populista, vale acresentar que muitos desses colegas não são partidários do Lula ou do PT, alguns muito pelo contrário, mas mesmo assim não o classificam como populista.

Mas aí surge a questão, qual a diferença entre ser populista e ser popular?

Consultando o dicionário temos os seguintes significados:
Populismo:simpatia pelo povo; escola literária que procura descrever de modo realista a vida das pessoas do povo; política que se orienta pela obtenção do favor popular, através de medidas que agradem sobretudo às classes com menor poder económico.
Popular: relativo ao povo; pertencente ao povo; usado pelo povo; feito para o povo; próprio do povo; estimado pelo povo; democrático. Homem do povo.

Analisando, encontra-se algumas diferenças. O Populismo seria uma política para favorecer as classes com menos poder econômico. Ser popular seria alguém que é do povo, vindo do povo. E vale colocar em destaque a palavra DEMOCRÁTICO que está na classificação de POPULAR.

Quando falamos em Populismo, o primeiro nome que nos vem à cabeça, obviamente, é o Presidente Getúlio Vargas. Exemplo máximo do populismo no Brasil, Getúlio Vargas subiu ao poder através do golpe de Estado nos anos 30, elegendo-se democraticamente presidente em 1951 e governando até suicidar-se em 1954. Apelidado de "pai dos pobres", sua popularidade entre as massas é atribuída a sua liderança carismática e a seu empenho na aprovação de reformas trabalhistas que favoreceram a classe operária. Entretanto, alguns alegam que suas medidas apenas dominaram o poder dos sindicatos e de seus líderes, tornando-os dependentes do Estado. Ideologicamente, o populismo não é necessariamente de "Esquerda", no sentido de que seus alvos não são apenas as massas menos favorecidas; há políticos populistas de Direita. A Esquerda, especialmente a comunista, apontava para o caráter reacionário e desmobilizador das "ajudas de mão beijada" populistas, que se contrapunha às lutas organizadas da classe operária e fazia tudo depender da vontade despótica de um representante caridoso, que na realidade, de caridoso, não tem nada. Ou seja, dê ao povo de graça, que ele não irá contestar.

Vargas pode até ser o "pai dos pobres", talvez por isso o correto é chama-lo de populista. No outro lado, popular, seria, digamos, alguém que pudéssemos chamar de "filho dos pobres", ou seja, alguém realmente vindo do povo. Eu diria que o Presidente Lula se aplica mais na segunda opção. Afinal, chamar o Lula de populista, por seus programas sociais como Bolsa Família, Prouni, etc...seria um tanto equivocado, afinal, se ser populista é isso, podemos chamar o PSDB, o PDT, e vários outros partidos de populistas.

Posso não estar certa, mas eu entendo por populismo, uma política que é mais para enganar o povo, faze-lo acreditar que está melhorando de vida, mas na verdade quem está melhorando é o Estado.

Me lembro do filme Evitea, de Joel Schumacher, que fala do Peronismo, governo do Presidente argentino Juan Domingo Perón, e a principal propaganda de seu governo, sua esposa Eva Perón, a famosa Evita.
Os governos de Vargas e Perón são extremamente parecidos. Ambos populistas, baseavam-se num forte nacionalismo, ou podemos chamar também de Positivismo, Ambos centralizavam o poder no Estado, através de campanhas sociais, dando ao governo um caráter paternalista. Mas ambos eram autoritários e puniam severamente quem fizesse críticas. Creio que essa seja a maior diferença entre ser populista e ser popular, afinal, não podemos chamar Lula de autoritário ou ditador, afinal, se fosse assim, nunca teríamos visto o Presidente Lula ser vaiado na abertura dos jogos Pan-Americanon em pleno Maracanã, ao contrário de Vargas, que era ovacionado no dia 1° de Maio, no estádio São Januário. No caso de Vargas, ele tinha os meios de comunicação ao seu favor, o principal meio de comunicação na época era o rádio, e era através dele que a propaganda nacionalista e positivista de Vargas era vendida, e sejamos francos, muito bem vendida. Hoje temos a tv, rádio, internet, como principais meios de comunicação, e com certeza esses meios de comunicação não vendem a propaganda do governo Lula, muito pelo contrário, algumas redes de TV, por exemplo, fazem de forma mascarada, críticas agressivas e maliciosas. Aí vem a questão, a mídia não deveria ser imparcial? deveria, afinal a mídia tem mais poder sobre o povo, do que qualquer outra forma de propaganda.

Provavelmente nunca tenhamos um concenso sobre esta discussão. Mas queria lembrar do dia da segunda posse do Lula, quando ele disse "-Sou um Presidente popular e não populista". Na época, um professor que eu tinha, num curso de direito, para concursos públicos, disse "-o sr. Presidente Lula, não sabe nem ler um dicionário para ver que populista e popular são a mesma coisa.", pois esse meu professor de português então não deve saber ler um dicionário e muito menos entender de contexto político, afinal se ele lesse o dicionário veria que são duas palavras diferentes, como já vimos aqui, e muito menos entende de história para não ver a clara diferença entre um governo autoritário e um governo democrático. Bom, devo dizer, que naquele dia, após ouvir este tremendo absurdo de um professor, que também deveria ser imparcial, eu me levantei e me retirei da sala de aula e fui embora, e nunca mais coloquei os pés no curso, de tão enojada que eu fiquei, além de outras imbecilidades que ele falava, mas o pior não era isso, mas sim ver os alunos, na sua maioria estudantes de direito, concordando ou se não concordavam, não questionavam e nem mostravam seu modo de pensar. Eu resolvi não discutir porque percebi que não valia a pena perder tempo e nem saliva com um grupo extremamente conformista, porque, convenhamos, infelizmente nossa geração é uma geração conformista. Talvez seja por isso que alguns chamem o governo de hoje de populista, afinal, as pessoas são conformadas e não questionam, para ou bem ou para o mal, mesmo podendo fazer isso, diferente do governo de Vargas, onde quem questionava e principalmente, quem criticava, iria conhecer o que é a tortura, igual como aconteceu durante o regime militar de 1964 a 1985.

Tentei ser imparcial, mas admito que é muito difícil, então, após ler e analisar bem, pense se Lula é populista, popular, ou até, para alguns, nenhum dos dois.
Só uma coisa, se o governo Lula, é populista, então, teremos que mudar radicalmente o significado da palavra Populismo e principalmente, sua ideologia, e eu terei que mudar meus conceitos sobre o contexto político brasileiro, e me desculpem, mas creio que eu e grande parte dos meus colegas, não estávamos errados, porque se estávamos, então, nas próximas eleições tanto faz eleger o PT, PSDB, PDT, etc...afinal...seriam todos populistas, não?.
Escrito por JANETE AYRES em 20/03/2008
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19/03/2008
DE 14, 10 JÁ FORAM, FALTAM 4



A ÚLTIMA ELIMINADA FOI THATIANA, COM 70% DOS VOTOS






Big Brother Brasil: Um Fenômeno de Popularidade

Quando decidi escrever aqui sobre o BBB, eu ia colocar como título a frase "Big Brother Brasil: Uma Paixão Nacional", aí pensando melhor resolvi mudar o título, afinal o BBB não é uma paixão nacional, pois é odiado por muitos, mas não deixa de ser um fenômeno de popularidade, afinal, amado ou odiado, todos conhecem, sabem o que está acontecendo no programa e tem sua opinião formada sobre o Reality Show. O BBB sobrevive pelo lema "falem bem, falem mau, mas falem de mim", e falam, e muito.

O formato do programa foi criado em 1999 por John de Mol, um executivo da TV holandesa, sócio da empresa Endemol, que teve a idéia de criar um Reality Show onde pessoas comuns seriam selecionadas para conviverem juntas dentro de uma mesma casa, vigiadas por câmeras, 24 horas por dia. O nome do programa foi inspirado no livro de Orwell: Big Brother. Pra quem não sabe, o personagem Big Brother é o líder que tudo vê, governante do mundo ocidental em um futuro fictício. Representado pela figura de um homem que provavelmente na trama não exista, vigia toda a população através das chamadas teletelas, governando de forma despótica e manipulando a forma de pensar dos habitantes. Esse breve resumo do do livro de Orwell explica e muito o Reality Show.

Desde que estreou, em janeiro de 2002, na Rede Globo, o programa é campeão de audiência. Ao todo já foram realizadas sete edições, a oitava está na reta final. Quando estreou em 2002, a primeira exibição do BBB alcançou 57 pontos na audiência. Assim como de cara o programa despertou interesse, o programa despertou raiva de alguns que se dizem "anti-BBB", alegam que o programa é de cultura inútil e é totalmente feito para manipular quem assiste e quem participa. Não discordo disso, realmente, é cultura inútil, mas a forma de entretenimento é válida, eu como fã confessa do BBB, assisto desde a 1° edição, e ainda assisto no Pay Per View que passa o programa 24h por dia. É interessante assistir o que o ser humano faz numa situação extrema, um grupo de pessoas, trancafiadas numa casa, sem relógio, rádio, tv, internet, todos lutando por um prêmio em dinheiro, que hoje é de R$ 1 milhão. As intrigas, alianças, complôs e principalmente as brigas, divertem quem assiste, quanto mais infernal a situação na casa, maior a diversão de quem assiste e maior a audiência. Tanto que as edições que tiveram "guerra declarada" como a edição 5 e 7 foram as de maior audiência do programa, e quando os participantes fizeram o pacto de não fazer "panela", combinação de votos, etc, a audiência despencou e fez do BBB6 o mais chato de tedioso de todos.
Me vem uma idéia de sadismo. Ver os outros passarem por abalos emocionais e físicos nos diverte, é sádico não?

Para ter uma idéia da popularidade do programa, durante os três meses que o Reality Show vai ao ar, jornais, revistas, programas de fofocas, todos se voltam para o BBB. O que acontece na casa de noite, no outro dia de manhã está nos jornais de todo país, as revistas fazem reportagens com os familiares dos participantes, alguns programas se dedicam quase que exclusivamente ao BBB durante esse tempo, isso sem contar a internet, portais como o Terra e UOL fazem páginas especiais só para o programa, fazem enquetes e fóruns de discussão. Os participantes se tornam ídolos ou vilões nacionais, ganham inúmeras comunidades no Orkut e são alvos de análises em blogs, etc.

Durante os três meses de transmissão do programa, os participantes se tornam queridos ou odiados do grande público, alguns mais e outros menos. O que nos faz amar ao ponto de defender com unhas e dentes ou o que nos faz odiar ao ponto de julgar, alguém que nem conhecemos? aí entra a fabulosa direção do programa, que cabe ao diretor José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho. A partir do dia a dia dos participantes, se a trama está muito chata, a produção do programa dá um jeito de botar lenha na fogueira e se a coisa da certo a idéia é ir alimentando cada vez mais a "novela". Aí entram as manipulações. As edições são extremamente manipuláveis, podem "escolher" o vencedor, ou fazer a caveira de alguém, é claro que a pessoa tem que dar motivos para ser visto como vilão ou mocinho.

Duas edições ficaram conhecidas como as melhores da história do Big Brtoher Brasil. O BBB5, exibido em 2005, ficou marcado pela "guerra" entre os "Inacreditáveis" contra os "Defensores". Os Inacreditáveis tinham como líder o Dr.G, era o partcipante Rogerio, que ganhou a antipatia do público ao armar complôs pra cima do participante Jean Willis. Complô armado, e Jean estava no 1° paredão do programa. O estopim de tudo foi quando Jean alegou que foi votado pelos demais pelo fato de ser homossexual, provocando a ira de Rogerio e seu grupo. Jean tinha 3 aliados, e com um poco de sorte, os Defensores foram conseguindo as lideranças e iam colocando seus desafetos no paredão, acabando assim com a Tropa de Choque. Jean foi o vencedor da edição.

A outra edição que é tida como a melhor de todas, foi o BBB7, exibido em 2007. Nas primeiras três semanas o programa já era considerado a pior audência da história do BBB. Até que um grupo resolveu fazer uma vítima, no caso, a caipira Iris, ou Siri. Albertou Cowboy, Felipe Cobra e Ayrton não gostavam da menina, sabe-se lá porque, mas começaram a votar nela nos paredões, e iam invenenando outros participantes contra ela. Aí foi onde eles deram o tiro no pé. Felipe Cobra se dava muito bem com Diego, o Alemão, que por sua vez, era apaixonado por Iris, que dizia não querer nada com ele. Cobra ao tentar influenciar Diego contra a caipira, começou a falar mau dela para Diego, ate fazer o rapaz brigar feio com a garota. Com a cabeça mais fria, Diego que era líder na semana, percebeu que alguém o estava invenenando contra a mulher de quem ele gostava e foi aí que na hora de indicar alguém ao paredão, Diego indicou justamente Felipe. Nesse momento aconteceu o racha na casa. Felipe, Alberto, Ayrton, Fernando, Caroline, Analy e Bruna de um lado e do outro Diego, Iris e Fani, que faziam o triângulo amoroso, pelo fato de Diego ser apaixonado por Iris, mas ficar com Fani. A guerra estava declarada, e neutra a tudo isso, estava Flávia. Com sorte, o G5 conseguir eliminar Fani e Iris, fazendo elas enfrentarem Diego no paredão. Flavia que se bandeou para o lado de Diego também foi eliminada, Diego ficou sozinho e aí ele viu o G5 se destruir. No fim Diego ganhou o prêmio com 91% e ganhou a simpatia do Brasil inteiro. Alberto por outro lado, era malhado onde quer que fosse, ele se tornou o grande vilão do programa.

Preifro muito mais a edição 7 a 5. Na 5 o "grupo do bem" mau se defendia, preferiu deixar que o público fizesse isso. No BBB7 foi diferente, com a guerra declarada, principalmente após a eliminação de Felipe Cobra com 93% dos votos, o G5 e o Triângulo Amoroso armavam suas artimanhas para se defenderem no jogo, e assim o programa ficou extremamente interessante, até para quem não gosta do BBB.

Agora na edição de número 8, nos deparamos com um grupo que pensava estar numa colônia de férias, até que o psiquiatra Marcelo resolveu colocar fogo no fruteiro. Começou a comprar briga com todos da casa, falava as suas verdades na cara da pessoa, de forma agressiva, sem deixar a pessoa se defender, normalmente dava 2 minutos de defesa e só. A direção que percebeu que havia encontrado a galinha dos ovos de ouro em Marcelo, deu um jeito de suavizar sua situação, sem coloca-lo como o grande vilão da edição. Assim ele se salvou de dois paredões e saiu do BBB com 71% mas odiado por muitos e amado por outros tantos.

Hoje foi eliminada a escandalosa e exagerada Thatiana, creio que a vencedora do programa será a piauense Gyselle, desde o primeiro paredão ela ganhou a simpatia do público ao ser, de certo modo, perseguida pela até então, santinha Juliana.
Por mim, o vencedor seria o Rafinha, com quem sipatizo desde a primeira semana. Mas pelo jeito Gyselle, mesmo sem merecer, será a vencedora.

O negócio é agurdar e ver...ou melhor...ESPIAR.
Escrito por JANETE AYRES em 19/03/2008
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18/03/2008


MEU PRIMEIRO BLOG

Nossa, meu primeiro blog hein, o primeiro blog a gente nunca esquece. Esse post aqui é só pra falar um pouco sobre como será meu blog, na descrição fala um bocado. Pretendo escrever aqui diariamente ou quase diariamente, sobre coisas que gosto, sobre meu dia a dia, impressões, reflexões, etc.

Bom, 1°-Por que eu resolvi ter um blog? Estava eu no msn com uma amiga, batendo papo, quando resolvi procurar um texto na internet, e procurando esse texto vi alguns blogs muito interessantes, aí de repente veio a inspiração do blog, espero ser boa nisso e realmente espero que dê certo. É incrível as inspirações malucas que podemos ter simplismente navegando na internet...eu já tive as inspirações mais malucas, desde fazer um blog até planejar uma viagem de mochilão pro Rio de Janeiro só pra poder ir a ensaios de quadra de escola de samba, coisas de momento claro, apesar de que eu quero muito ir a ensaios de escolas de samba no Rio, mas aí é outra história.

Falando em história, pra quem não sabe, sou estudante de história, estou no quarto semestre da PUCRS, moro em Porto Alegre, mas pretendo trancar o curso para ir pro curso de jornalismo no próximo semestre.

Hoje a intenção é abrir o blog, e espero ter feito isso do jeito certo.

Até mais.

Besitos.
Escrito por JANETE AYRES em 18/03/2008
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Meu cantinho na internet. WELCOME!!!
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